Publicado por: nati57 em: Junho 5, 2009
O significado de SEO é Search Engine Optimization. Em português ele é conhecido como Otimização de Sites, MOB e Otimização para Buscas. O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca. A conseqüência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de uma busca. Por exemplo, ao pesquisar no Google por “Marketing de Busca”, o primeiro resultado é este site. O SEO é uma prática sem garantias, ou seja, nenhuma empresa ou pessoa pode garantir que seu site fique em primeiro em uma busca, pois o único capaz disto seria o próprio site de busca como o Google ou o Yahoo.
Referência: http://www.marketingdebusca.com.br/seo/
Publicado por: nati57 em: Junho 5, 2009
Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment – Moodle é um software livre, de apoio à aprendizagem, executado num ambiente virtual. A expressão designa ainda o Learning Management System (Sistema de gestão da aprendizagem) em trabalho colaborativo baseado nesse programa. Em linguagem coloquial, o verbo to moodle descreve o processo de navegar despretensiosamente por algo, enquanto fazem-se outras coisas ao mesmo tempo. O conceito foi criado em 2001 pelo educador e cientista computacional Martin Dougiamas. Voltado para programadores e acadêmicos da educação, constitui-se em um sistema de administração de atividades educacionais destinado à criação de comunidades on-line, em ambientes virtuais voltados para a aprendizagem colaborativa. Permite, de maneira simplificada, a um estudante ou a um professor integrar-se, estudando ou lecionando, num curso on-line à sua escolha. Nas palavras do próprio Dougiamas, baseando-se na pedagogia sócio-construtivista: (…) não só trata a aprendizagem como uma atividade social, mas focaliza a atenção na aprendizagem que acontece enquanto construímos ativamente artefatos (como textos, por exemplo), para que outros os vejam ou utilizem.
Referencia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Moodle
Publicado por: nati57 em: Maio 6, 2009
Git é um Software Livre para controle de versão distribuído, ou seja um software para gerenciamento de código fonte com ênfase em ser rápido. Git foi inicialmente criado por Linus Torvalds para o desenvolvimento do kernel Linux (kernel).
Cada diretório de trabalho Git é um repositório com todos os históricos e habilidade total de controle das revisões, não dependente de acesso a uma rede ou a um servidor central.
Vários projetos de software agora usam Git para controle de versão[1], exemplos notáveis como Kernel do Linux, Servidor X.org, Qt(toolkit), Um laptop por criança(OLPC) desenvolvimento do núcleo[2], e a ferramenta de trabalho web Ruby on Rails.
O design do Git foi inspirado por dois outros sistemas de versionamento: BitKeeper e Monotone. O Git foi criado originalmente apenas como um mecanismo de baixo nível, que outros poderiam usar para escrever front ends como o Cogito ou o StGIT.
Entretanto, o projeto principal do Git acabou virando um sistema de controle de versão completo, que pode ser usado diretamente. Hoje em dia, vários projetos de alto nível já usam o Git para controle de versões, destacando-se entre eles o kernel Linux.
O atual responsável pela manutenção do projeto é Junio Hamano. Liberado sob a licença GPL, o Git é software livre.
Referência:http://pt.wikipedia.org/wiki/Git
Publicado por: nati57 em: Abril 30, 2009
Objetivo
Descrever os vários tipos de objetos no sistema e o relacionamento entre eles.
Perspectivas
Um diagrama de classes pode oferecer três perspectivas, cada uma para um tipo de usuário diferente. São elas:
- Conceitos ou Entidades (exemplo; mais_exemplos)
- Representa os conceitos do domínio em estudo.
- Perspectiva destinada ao cliente.
- Classes (exemplo)
- Tem foco nas principais interfaces da arquitetura, nos principais métodos, e não como eles irão ser implementados.
- Perspectiva destinada as pessoas que não precisam saber detalhes de desenvolvimento, tais como gerentes de projeto.
- Classes de Software (exemplo)
- Aborda vários detalhes de implementação, tais como navegabilidade, tipo dos atributos, etc.
- Perspectiva destinada ao time de desenvolvimento.
Um diagrama de classes contém:
Referência: http://www.dsc.ufcg.edu.br/~sampaio/cursos/2007.1/Graduacao/SI-II/Uml/diagramas/classes/classes1.htm
Publicado por: nati57 em: Abril 30, 2009
Objetivo
O Diagrama de Casos de Uso tem o objetivo de auxiliar a comunicação entre os analistas e o cliente.
Um diagrama de Caso de Uso descreve um cenário que mostra as funcionalidades do sistema do ponto de vista do usuário.
O cliente deve ver no diagrama de Casos de Uso as principais funcionalidades de seu sistema.
Notação
O diagrama de Caso de Uso é representado por:
Estes relacionamentos podem ser:
casos de uso podem opcionalmente estar envolvidos por um retângulo que representa os limites do sistema.
Referência:http://www.dsc.ufcg.edu.br/~sampaio/cursos/2007.1/Graduacao/SI-II/Uml/diagramas/usecases/usecases.htm
Publicado por: nati57 em: Abril 1, 2009
é uma série de plugins para serem usados com WordPress MU para transformar o WordPress em uma rede social.
Publicado por: nati57 em: Março 29, 2009
Model-view-controller (MVC) é um padrão de arquitetura de software. Com o aumento da complexidade das aplicações desenvolvidas torna-se fundamental a separação entre os dados (Model) e o layout (View). Desta forma, alterações feitas no layout não afectam a manipulação de dados, e estes poderão ser reorganizados sem alterar o layout.
O model-view-controller resolve este problema através da separação das tarefas de acesso aos dados e lógica de negócio, lógica de apresentação e de interacção com o utilizador, introduzindo um componente entre os dois: o Controller. MVC é usado em padrões de projeto de software, mas MVC abrange mais da arquitetura de uma aplicação do que é típico para um padrão de projeto.
Referencia: Wikipedia
Publicado por: nati57 em: Março 25, 2009
Zend Framework é um framework de aplicação web de código aberto, orientado a objetos, implementado em PHP 5 e licenciado como New BSD License. Zend Framework—freqüentemente referido como ZF—é desenvolvido com o objetivo de simplificar o desenvolvimento web enquanto promove as melhores práticas na comunidade de desenvolvedores PHP.
A arquitetura use-a-vontade do ZF permite que os desenvolvedores reutilizem componentes quando e onde eles fizerem sentido em suas aplicações sem requerer outros componentes Zf além das dependências mínimas. Não há portanto nenhum paradigma ou padrão que todos os usuários Zend Framework devam seguir, embora ZF forneça componentes para os padrões de projeto MVC e Table Gateway que são usados na maioria das aplicações ZF. Zend Framework fornece componentes individuais para muitos outros requisitos comuns no desenvolvimento de aplicações web, incluindo autenticação e autorização via listas de controle de acesso (ACL), configuração de aplicações, data caching, filtragem/validação de dados fornecidos pelo usuário para segurança e integridade de dados, internacionalização, interfaces para funcionalidades AJAX, composição/entrega de email, indexação e consulta no formato de busca Lucene, e todas as Google Data APIs com muitos outros web services populares. Por causa de seu projeto fracamente acoplado, os componentes ZF podem ser usados de modo relativamente ao lado de componentes de terceiros PHP web application frameworks.[1]
Publicado por: nati57 em: Janeiro 14, 2009
O Modelo de Entidades e Relacionamentos é um modelo abstrato cuja finalidade é descrever, de maneira conceitual, os dados a serem utilizados em um Sistema de Informações ou que pertencem a um domínio. A principal ferramenta do modelo é sua representação gráfica, o Diagrama Entidade Relacionamento. Normalmente o modelo e o diagrama são conhecidos por suas siglas: MER e DER.
O modelo E-R é chamado de Modelagem Conceitual, cujo objetivo é representar de uma forma abstrata, independente da implementação em computador, os dados que serão armazenados no banco de dados.
Diagrama entidade relacionamento é um modelo diagramático que descreve o modelo de dados de um sistema com alto nível de abstração. Ele é a principal representação do Modelo de Entidades e Relacionamentos. Sua maior aplicação é para visualizar o relacionamento entre tabelas de um banco de dados, no qual as relações são construídas através da associação de um ou mais atributos destas tabelas.
Publicado por: nati57 em: Janeiro 9, 2009
O Smarty uma biblioteca para o PHP que tem a finalidade de agregar dados à templates HTML prontos. O programa basicamente substitui informações entre tags (geralmente { e }) nos templates HTML, pelos dados assinalados e relacionados pelo php no template HTML pronto através do SMARTY.
O Smarty é uma classe de templates. Funciona de uma forma que separe interface da lógica de programação e tem por objetivo, facilitar e melhorar o desenvolvimento de qualquer aplicação em PHP.
Por ser muito difundido no mundo inteiro, e estar ligado ao site oficial do PHP, o Smarty tem uma comunidade grande de desenvolvedores. Isso ajuda no suporte e discussão de melhorias.
O Smarty aumenta a produtividade e a organização de projetos pois usando ele separamos o gráfico do funcional.
Ele possui um compilador interno que interpreta uma sintaxe própria auxiliando certos trabalhos como loops e condições lógicas nos próprios templates.
Algumas das características do Smarty:
• Ele é extremamente rápido.
• Ele é eficiente visto que o interpretador do PHP faz o trabalho mais pesado.
• Sem elevadas interpretações de template, apenas compila uma vez.
• Ele está atento para só recompilar os arquivos de template que foram mudados.
• Você pode criar funções customizadas e modificadores de variáveis customizados, de modo que a linguagem de template
é extremamente extensível.
• Delimitadores de tag configuráveis, sendo assim você pode usar {}, {{}}, <!–{}–>, etc.
• Os construtoress if/elseif/else/endif são passados para o interpretador de PHP, assim a sintaxe de expressão {if …} pode
ser tanto simples quanto complexa da forma que você queira.
• Aninhamento ilimitado de sections, ifs, etc. permitidos.
• É possível embutir o código PHP diretamente em seus arquivos de template, apesar de que isto pode não ser necessário
(não recomendado) visto que a ferramenta é tão customizável.
• Suporte de caching embutido
• Fontes de template arbitrários
• Funções de manipulação de cache customizadas
• Arquitetura de Plugin